Hora de gente, decisão refeita, reaprovação sem rastro: isso já sai da mesma verba, todo ano.
A conta abaixo é o que muda de lugar — do prejuízo invisível para a linha do orçamento.
Quem assinar até 31 de dezembro de 2026 fica com o preço congelado para sempre.
É a mesa dos primeiros — a que ajuda a decidir o que vem depois.