Quando o evento fica de pé, duzentas coisas foram resolvidas — e ninguém viu. Quantas eram suas?
O valor foi revisado em cima da hora. Alguém autorizou por telefone, alguém confirmou num áudio de três minutos.
Três semanas depois, o financeiro pergunta quem aprovou. A resposta existe — espalhada onde ninguém mais acha.
Cada linha diz o que é, quem entrega, quando, por quanto. Em 2026 essa tabela virou a Budget Table — o orçamento vivo do evento, onde cada linha é uma promessa.
Dela, tudo irradia. O fornecedor responde por Magic Link, sem conta e sem senha. A aprovação deixa rastro — inclusive o “não”.
Cotação, decisão, reaprovação — os meses do evento vivem aqui, com rastro.
Na hora certa, o seu ERP recebe a Ordem de Compra pronta. A fronteira é desenhada: daqui até o SAP.
Do briefing à Ordem de Compra, o mesmo dado atravessa o evento inteiro.
Nenhuma tela pede que você digite de novo o que já disse.

Cada cotação vira um link único. O fornecedor abre, preenche e devolve.
A proposta cai no comparativo sozinha, do lado das outras.
Gestor de marketing e de eventos na empresa que expõe, patrocina e paga.
Ele parece agenda: a reunião que realinha o que já estava alinhado, a planilha que só você entende, o WhatsApp que virou sistema.
Ler o lado do gestorO caos já custa esse dinheiro — em hora de gente, em decisão refeita, em reaprovação sem rastro.
A diferença é que agora ele aparece na linha, e não na conta do fim.
Ver o planoEntre na lista de espera e receba o acesso antecipado por e-mail, sem enrolação.
Da verba do ano à Ordem de Compra assinada, sem trocar de ferramenta e sem perder o rastro de quem aprovou o quê.
Seis caminhos são comuns a todo mundo. Dois dependem de qual lado da mesa você ocupa.
Agência e produtora que montam a proposta, acompanham o funil e precisam saber a margem antes de fechar.
Vendedor, venda e margem só existem neste perfil. Quem só compra nunca vê essas telas.
Marketing e eventos na empresa que expõe, patrocina e paga. É o caminho que todo workspace percorre.
Tudo isso acontece antes do SAP. O que chega no ERP é a OC pronta, com o rastro de cada aprovação atrás dela.
Seis caminhos que não mudam com o perfil. É onde o evento nasce, se organiza e deixa registro.
Digite o e-mail, o magic link chega e a sessão abre. Vale uma hora. Senha é opcional, nunca obrigatória.
Seis papéis, do Admin ao Operador. Aprovar é permissão por pessoa, não regalia de cargo — e cada evento sabe quem faz o quê.
A verba do ano se distribui nos eventos. Agrupe os que andam juntos: o acesso do grupo é herdado por todos.
Cada linha traz custo, quantidade, unidade e fornecedor. Aprove ou dispense na própria linha, e o comprometido persegue o realizado em cascata.
O cronograma nasce do orçamento, não de uma planilha à parte. Programação hora a hora, tarefas e checklists — e a linha sensível some do cronograma sem sair da conta.
Notas e atas das reuniões, relatório do evento, contatos de pessoa física e jurídica. O que foi combinado fica escrito.
Fornecedor, cliente, testemunha: todos agem por magic link recebido no e-mail. Sem cadastro, sem senha, sem cobrança.
É essa regra que faz o rastro existir sem exigir que o mercado inteiro se cadastre antes.
O telefone vibra na mesa, virado pra baixo. Você sabe sem olhar: ou é o fornecedor perguntando o que já foi respondido, ou é o diretor querendo um número que você já mandou — em algum e-mail, de alguma quinta-feira.
Você não tem mais vinte minutos pra mais um call. E o seu trabalho não é o fio solto que fez o telefone tocar — é a decisão. O dia inteiro conspira pra você não ter tempo de tomá-la.
Ele parece agenda: a reunião que existe pra realinhar o que já estava alinhado. O briefing contado de novo, do zero, pra cada fornecedor. O valor revisado em cima da hora — sem rastro de quem pediu, quando, por quê. A planilha que só você entende. O WhatsApp que virou sistema.
E no centro disso, o ativo mais valioso e mais menosprezado da operação inteira: o seu tempo. Todo mundo trata como se fosse grátis. Cada “rapidinho” custa vinte minutos. Cada informação espalhada custa uma ligação. Você virou a fonte única do evento — o sistema é a sua memória, e o servidor é o seu telefone.
A tabela onde cada linha diz o que é, quem entrega, quando, por quanto. E cada interligação dela mata uma interrupção:
Cada um opera do seu jeito: tem quem acompanhe a montagem de perto, tem quem tenha no pavilhão alguém de confiança. O sistema não muda o seu jeito de operar — devolve as horas que o caos tomava.
Construído por quem opera eventos B2B desde 2008. Quem fez, sabe.
Hora de gente, decisão refeita, reaprovação sem rastro: isso já sai da mesma verba, todo ano.
A conta abaixo é o que muda de lugar — do prejuízo invisível para a linha do orçamento.
Quem assinar até 31 de dezembro de 2026 fica com o preço congelado para sempre.
É a mesa dos primeiros — a que ajuda a decidir o que vem depois.
A plataforma nasceu dentro de eventos corporativos. Não numa sala de produto — no meio da execução, onde o ruído é real e o tempo é curto.
Antes de ser software, a Trabuka foi quem chegava primeiro no pavilhão e saía por último: produção, comunicação e digitalização B2B pra indústria que expõe, lança e recebe.
A plataforma nasceu dentro da operação de eventos destas marcas.
Mais de 50 marcas. Cada tela foi testada onde não pode dar errado: no evento acontecendo.
Em cada evento que a Trabuka operou, o mesmo ponto de partida: a tabela onde cada linha diz o que é, quem entrega, quando, por quanto.
Em 2026, essa tabela virou a Budget Table — o orçamento vivo do evento. O briefing sai das linhas. O fornecedor responde por Magic Link, sem cadastro e sem senha. A aprovação deixa rastro — inclusive o “não”. A Ordem de Compra sai pronta.
Nada se digita duas vezes. Mexeu na linha, o sistema inteiro fica sabendo.

Carreira construída, fase após fase, dentro do evento: do briefing à Ordem de Compra, por quem opera eventos desde 2008.
A Trabuka é essa carreira, escrita em sistema.
Publicações técnicas, relatórios de sustentabilidade e conteúdo especializado — para organizações que precisam traduzir conhecimento profundo em documento de referência.
Fale com a Trabuka →Organizações com conhecimento profundo precisam traduzir sua expertise em publicações que consolidem posicionamento, engajem stakeholders e comuniquem valor de forma tangível.
O desafio está em equilibrar rigor técnico com clareza editorial, mantendo a qualidade em todas as etapas — do planejamento à entrega final.
Entre na lista e receba o acesso antecipado por e-mail, sem enrolação.
A Trabuka coleta o mínimo necessário para operar a lista de espera e entender como o site é usado. Nada é vendido e nada é cedido a terceiros para fins comerciais.
Controladora dos dados, nos termos da Lei 13.709/2018 (LGPD): Dafne Fonseca, pela Trabuka Ltda.
Qualquer pedido sobre seus dados vai para esse e-mail. A resposta sai em até 15 dias.
Apenas com os serviços que fazem o site funcionar. Cada um tem política própria, e alguns processam dados fora do Brasil — o que a LGPD permite mediante garantias contratuais.
A LGPD garante que você peça, a qualquer momento: confirmação de que tratamos seus dados, acesso ao que temos, correção do que estiver errado, portabilidade, anonimização, exclusão e a revogação do consentimento.
Um e-mail para d@trabuka.com basta — não exigimos formulário nem justificativa. Todo e-mail que enviamos também traz o link de descadastro.